Testes específicos de raça

Existem muitos testes específicos para cada raça, para detectar diversas mutações genéticas. Alguns desses testes são oferecidos apenas pelas universidades ou empresas que os desenvolveram. Por exemplo, a Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin possui um teste que avalia o risco de ruptura do ligamento cruzado cranial (LCC) (quando o ligamento do joelho é lesionado ou rompido) em Labradores Retrievers.

Este não é um teste simples de um único gene. Em vez disso, o laboratório de testes avalia o genoma do seu cão em busca de uma variedade de marcadores genéticos. Os resultados são analisados ​​com bioinformática para desenvolver um perfil de risco de doença exclusivo para cada cão.

https://petgenoma.com.br/blog/post/qual-a-importancia-da-consanguinidade-e-como-ela-pode-ser-avaliada-por-exame-de-dna

Fatores ambientais também influenciam o risco a longo prazo do seu cão. Por exemplo, se o seu cão estiver acima do peso e praticar esportes de alto impacto, ele naturalmente terá um risco maior de desenvolver CCL, com ou sem o gene. Ainda assim, um alerta pode ajudar você a planejar o estilo de vida do seu cão para minimizar os riscos dessa lesão.

Até mesmo o mesmo defeito pode ser causado por uma série diferente de mutações, dependendo do cão ou da raça.

A APR, atrofia progressiva da retina , ocorre em uma ampla variedade de raças. Algumas raças compartilham o mesmo defeito genético que leva à cegueira, enquanto outras apresentam uma mutação que, em última análise, leva ao mesmo problema. Após a descoberta da mutação genética associada a uma raça, os pesquisadores analisam outras raças com problemas de saúde semelhantes e verificam se o defeito genético corresponde.